terça-feira, 8 de março de 2011

Que horas são? Que dia é hoje?

E se nunca se tivessem lembrado de inventar que há milénios, séculos, anos, meses, dias, horas, minunos, segundos? E se nunca tivéssemos aprendido isso? E se nunca tivéssemos limitado tanto assim uma coisa que nem conseguimos ver: o tempo? E se não soubéssemos o que era o tempo? E se simplesmente vivessemos sem qualquer noção disso?
Não viveríamos muito mais felizes? ...

I miss you

Por vezes, gostava de não sentir a falta de ninguém... De não saber o que é ter saudades. Mas é impossível, porque sei bem o que é amar. É certo que se amo alguém, vou sentir a sua falta nos momentos de solidão e é certo que se sinto falta de alguém, é porque o amo. E será assim tão certo que esse alguém sente a minha falta? Não. Impossível de saber, possível de imaginar. Não importa.
O pior de tudo é quando nada se faz para estar com quem se ama. Porquê?! Não falo só daquelas paixões platónicas e impossíveis; falo também em simples e verdadeiras amizades... Não há nada como falar olhos nos olhos, ouvir a voz do outro, rir em conjunto, sorrir, fazer rir e rir e rir, ouvir, desabafar (...) Sei lá, há tanta magia que um muro impossibilita de espalhar! Um muro fácil de quebrar. A pobre rotina e a malvada preguiça são as principais culpadas. Deixamo-nos levar tanto pelo correr dos dias que já não fazemos por estar com quem realmente gostamos. Passar o muro não é assim tão complicado, talvez baste uma simples mensagem e um nada de disponibilidade, dependendo do caso. Não desistir de tentar é o lema.
O passado não pode voltar (talvez seja mesmo dele que tenho mais saudades), infelizmente, mas podemos tornar o presente ainda melhor. Quem sabe, um dia, (quase) tudo torne a ser o que era.