domingo, 26 de março de 2017

Quando?

-Quando vai passar?
-...
-Nunca vai passar, pois não?

http://m.grafolio.com/puuung1

domingo, 12 de fevereiro de 2017

sábado, 14 de janeiro de 2017

Why?

"But you loved her? Yes.
And she loved you? Yes.
Then why did it end?
Because love and compability are not always the same thing."


Sue M. Zhao

domingo, 27 de novembro de 2016

O tempo leva...

Há tanta coisa que quero dizer, mas que nem consigo verbalizar... Nem sequer escrever.
Há uns tempos, tinha a certeza que lias o que escrevo. Agora, não tenho certezas de nada. Mesmo assim, vale a pena tentar desabafar, mesmo que seja comigo mesma...
A verdade é que o ponto final foi colocado, mas em mim nada sente isso. Nada. Em cada passo que dou, penso em ti. Em cada sítio, vejo-te a ti. Em cada boa recordação, estás tu... Se voltasse atrás, não sei se fazia tudo da mesma forma. As saudades são cada vez maiores e eu cada vez tenho menos esperanças de que as coisas possam vir a ser diferentes. Se há dias pensava que talvez as coisas pudessem voltar a ser o que eram, hoje não sei nada...
Não acredito em coincidências. Acredito que as coisas acontecem por um motivo, mesmo que, à partida, não saibamos qual...
Antes de ti, nunca acreditei que fosse possível manter uma amizade com um ex-namorado. Mas tu foste diferente, tu foste tu... E eu acreditava que era possível sermos amigos, mesmo que fosse difícil. A princípio, foi possível, de alguma forma, mas, de um momento para o outro, as coisas mudaram. E, mais uma vez, digo que não acredito em coincidências, acho que essa mudança tenha tido a sua origem. Tudo tem a sua origem, mas que tenho eu que ver com isso? Nada, não é? Talvez seja a imaginação a falar mais alto, talvez. Não me "deves" nada, nem eu a ti. Somos livres, como já disseste... Este talvez seja o sinal que precisava, que devo lutar para, de uma vez por todas, fechar este capítulo onde eras o actor principal, mesmo sem forças, mesmo sem vontade de o fazer...
É difícil, mas vou conseguir...

Algumas coisas levam tempo,
Outras o tempo leva...

domingo, 13 de novembro de 2016

Fall

«Sometimes two people need to fall apart
to realize how much they need to fall back together.»

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Não consigo...

Quero concentrar-me e não consigo...
Quero pensar em mim e não consigo... 
Quero esquecer-te e não consigo...
Quero não te ver em tudo que me rodeia e não consigo...
Quero acreditar num futuro melhor e não consigo...
Quero não ter saudades tuas e não consigo...
Quero largar-te de vez e não consigo...
Quero-te ao meu lado... 
E não consigo...

domingo, 6 de novembro de 2016

So why do I feel so sad

«By now I should know that
That in time things would change
So it shouldn't be it shouldn't be so bad
So why do I feel so sad»

(...)


terça-feira, 25 de outubro de 2016

You were always there for me..


«I wanna live with you
Even when we're ghosts
Cause you were always there for me
When I needed you most»

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

*


In one lifetime you will love many times,
but one love will burn your soul forever.



terça-feira, 20 de setembro de 2016

É difícil.

«É difícil, eu sei, largar alguém que nos fez tão bem.
Olhar para trás e pensar, mas não convém,
Porque a saudade aperta e eu fico sem saber
Como é que tudo mudou tanto...»

domingo, 18 de setembro de 2016

Sombra.

Haverá alguma coisa que não me faça lembrar de ti?
Para todo o lado que vá e tudo o que faça me faz lembrar de ti.
Parece que tenho duas sombras. A minha e a tua... Sempre a seguir-me para todo o lado, sempre a lembrar-me do que tínhamos e já não temos, do que éramos e já não somos.
Pior ainda é quando a sombra desaparece e apareces tu. Como se fosse preciso só pensar em alguém para ela aparecer ali à tua frente. É fácil, mesmo. Só não resulta sempre.
Tenho saudades. Só isso. Só.



domingo, 4 de setembro de 2016

Ponto final.

Hoje era um dia especial.

Era o nosso 4º aniversário. Era.


Dói tanto olhar para trás e ver o que éramos e olhar para nós agora e ver no que nos tornamos.


Tenho saudades tuas, tenho saudades nossas. Tenho saudades do meu namorado, do meu melhor amigo. Sinto falta dos teus beijos, dos teus abraços. Eras o meu porto seguro, a pessoa com quem eu achei que ia passar o resto da vida... Mas a vida nunca é como nós achamos e dá sempre muitas voltas... E que voltas!


Tínhamos colocado reticências na nossa história e hoje tiramos os dois pontos que faltavam. Colocamos (ou eu coloquei) o ponto final.


Quando amar não é suficiente...

Apesar de te amar, de querer voltar para ti a todos os minutos, a minha razão diz-me que isto não vai dar certo. Deixei de acreditar... Às vezes é preciso desistir do que já não nos faz feliz. E não é fácil desistir.

Mais difícil ainda é aprender a viver sem quem não consegues viver... Mas há-de ser possível. Vou aprender a gostar mais de mim, a ser feliz comigo. Também é preciso. 


Enfim, escrevo isto sem certezas de nada... Só duas coisas são certas: vou amar-te sempre e amanhã o dia nasce outra vez.




quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A Partida

A partida é um eufemismo… Todos sabem o que significa partir. Partir e nunca mais voltar. A morte é o fim da nossa vida. Deve ser o único fim de história que ninguém quer (ou não deveriam querer) descobrir.
Dizem que quem tem medo da morte tem medo de viver, mas não tenho problemas em assumir que tenho medo dessa tão temida partida. Talvez por ser essa a maior incógnita da nossa vida, por ser um destino desconhecido, uma viagem sem rumo… Não pretendo saber como vai ser o último capítulo, nem o seu fim, mas sim saber o que há para além da morte!
Para mim, é assustador em todos os sentidos. Quando perdemos alguém que amamos, restam-nos apenas recordações? Nunca mais nos vamos encontrar com quem já partiu? Será que existe céu e, um dia, nos voltamos a encontrar? Ou, num futuro longínquo, reencarnamos noutros corpos e voltamo-nos a conhecer e a amar, assim como já talvez tenhamos feito no passado? Tantas perguntas e nenhuma resposta… E há mais... Quando finalmente fechamos os olhos para nunca mais acordarmos, o que acontece? É como se estivéssemos eternamente a dormir? Se sim, será que, pelo menos, sonhamos? A pior das hipóteses penso que seria ficar a vaguear pelo mundo e ver todos aqueles que gostamos, sem eles nos verem, sem lhes podermos tocar, sem lhes podermos dizer o quanto os amamos. Sinceramente, não sei se prefiro alguma alternativa e, possivelmente, nenhuma é real. Gosto de acreditar, para esquecer a tristeza que me envolve quando penso neste assunto, que a morte é um novo começo de uma vida melhor. Não um fim, mas um novo início e isso apazigua-me... Às vezes.   
São questões que surgem em momentos mais difíceis e que tento evitar, todavia, elas surgem e decidi "desabafar". Penso que o melhor é viver sem pensar no fim, sem limites, ser feliz no presente. Fazer aquilo que gostamos, amar a vida e amar viver… E o mais importante: mostrar todos os dias o quanto gostamos de alguém, pois nunca sabemos qual vai ser a nossa última oportunidade… Contudo, nem sempre o que pensamos é aquilo que fazemos. A sorte é ainda termos vida para podermos mudar!



“A vida não é triste. Tem horas tristes.”

domingo, 13 de janeiro de 2013

Passou pouco mais de um ano...

Quando a história não está a resultar, apaga-se o que já foi escrito ou pára-se de escrever. A história foi escrita com tinta e não pode ser apagada. Parou de ser escrita, mas deixou marcas para o resto da vida.
Ser fruto de uma união acabada incomoda, magoa... Mas, por outro lado, é o fruto a marca boa que ficou da história.
Desilusão, tristeza, por vezes, ódio, são os sentimentos que surgem. Não existe a perfeição, a vida está cheia de erros. É com eles que se aprende. Que se aprende a não trair, a não abandonar, a  não desvalorizar... «A sabedoria de um homem não está em não errar, chorar, se angustiar e se fragilizar, mas em usar o seu sofrimento como alicerce de sua maturidade»

Dói, dói quando o fruto está habituado a ver aquelas duas árvores juntas, e, de repente, as vê separadas. Vê uma florescer, vê outra apodrecer. Uma presente, outra ausente.
O fruto sabe perdoar, mas não consegue esquecer.
E só o tempo conseguirá não que as marcas se apaguem, mas que pelo menos se desvaneçam...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O tempo voa...

O tempo voa... Parece que ainda há pouco tempo era uma miúda e tentava imaginar-me quando fosse mais velha, na faculdade, ou assim, e não conseguia. Parecia ser um futuro tão longínquo! E agora é o presente. Já estou a frequentar o ensino superior, mas tenho a perfeita lembrança do meu primeiro dia na escola primária. É verdade. 
Hoje, o conselho que dou é para ninguém ter pressa de ter dezoito anos... Até mesmo antes disso, as responsabilidades já começam a crescer. Não digo que seja mau, é bom crescer, sem dúvida! Contudo, por vezes, lembro-me do quão mais fácil era ser criança e a saudade desses tempos invade-me. Chama-se nostalgia e esta é grande nesta nova fase da minha vida. Esta fase complexa, em que tudo parece tomar uma dimensão completamente diferente, em que sou muito mais responsável por mim, mais autónoma; onde cada decisão é cada vez mais difícil de tomar por ter cada vez mais a completa consciência da irreversibilidade das ações, das consequências das mesmas... 
Quero que agora tudo passe mais devagar, mais devagar do que a infância passou, tão devagar quanto possível... Quero, também, que estes sejam os melhores anos da minha vida. Estar rodeado daqueles que amo e que eles estejam bem. Quero amar todos os dias como se fosse o meu último dia, apaixonar-me pela mesma pessoa vezes sem conta, mostrar sempre o que sinto, retribuir o apoio de que tanto preciso! Acima de tudo, quero ser feliz e viver sem correr, sem pressas. Aprender, finalmente, que não é preciso ter medo de falhar, pois é a errar que aprendemos. E relembrar que não basta sonhar, temos que lutar, conquistar. Bom, quero preservar o que há de bom em mim, melhorar o que há de mau. Mais... Quero conhecer, viajar, correr tudo sem o tempo passar... 
Quero tudo, mas quero que passe devagar. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012


Aborrece-me tanto ainda tentar encontrar-te na multidão, piscar bem os olhos para ter a certeza que não és tu... Entristece-me ainda querer saber de ti, pensar em perguntar como é que estás... A ti não, a alguém, mas não consigo. Não consigo, porque, muito provavelmente, nem queres saber de mim e estás bem assim. Não te faço falta e isso dói. Tenho saudades dos pequenos bons momentos que tivemos.
Talvez seja mais complicado seguir por nunca ter escutado o teu "Adeus" ou por não ter percebido que nunca precisaste de mim. Enfim, não sei. Sei que não me mereces. Não, mesmo... Era preciso um milagre para te querer de volta. Não quero, não quero, repito para mim. Era mais fácil se o coração o repetisse também.
Estou magoada com tudo o que se passou. Ainda me custa mencionar o teu nome, faço-o ou com um riso nervoso ou com o olhar baixo... Ainda tenho estes momentos mais frágeis. E apesar de estar feliz assim, sinto que não estou totalmente bem, pois preciso de tempo para deixar-te ir de vez, tempo para virar completamente a página.
O positivo: aprende-se com todas as experiências - infelizmente, também se ganha alguns medos.